GALERIA DE VALORES

Curadoria: Denise Mattar

Cenografia: Guilherme Isnard

Produção de Arte > > > > > PATRICIA FERNANDES

Consultoria: Carlos Peres e Claudio Angelini

Programação Visual: Mauro Campello

Fac Similes: Andrea Chuairi

Video-clipe: João Isnard

Fotos CD interativo: Raul Santana


>

“A Galeria de Valores foi criada para apresentar ao público um dos mais importantes acervos de numismática do Brasil. O novo espaço privilegia a interatividade e tem uma abordagem multidisciplinar que abrange áreas como arte, história e economia”, declara Marcos Mantoan, gestor do CCBB Rio de Janeiro.

>


Exposição GALERIA DE VALORES: Centro Cultural Banco do Brasil. Av. Primeiro de Março 66, 4 andar, Centro – 3808-2020. Ter a dom, das 10h às 18h. Grátis.


JORNAL O GLOBO

Rio Show – Maria Cristina Valente

Publicada em 28/11/2008 às 09h54m

RIO – A frase na entrada da Galeria de Valores, recém-aberta no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), não deixa dúvidas: '‘Olhar uma moeda é como folhear um livro de História.’' E não faltam moedas, das mais variadas épocas e lugares, para entreter o visitante. '‘Uma viagem mágica pela história do dinheiro’', mostra permanente que inaugura o espaço, ocupa quatro salas: Tesouro, Sala Brasil, Aventura do Dinheiro e Sala Temporária. Cada uma exibe curiosidades de forma didática mas interessante.

O cenário criado por Guilherme Isnard é uma surpresa a cada passo. Vai da iluminação modernosa ao chão coberto por moedas, passando pela réplica de uma mina de ouro, tudo de um bom gosto tremendo.

Para a mostra, foram selecionadas cerca de duas mil peças das 38 mil que compõem o acervo. Há desde a moeda-pá de bronze da China, utilizada de 206 a.C. a 265 d.C., até a moeda-machado do México, do século XVI, e a moeda-canoa, do Laos, inspirada na embarcação usada pelos habitantes do Rio Mekong… Mas são as cédulas brasileiras que chamam a atenção para quem viveu tanta troca de moedas desde que o nome Brasil apareceu pela primeira vez em uma delas, em 1646.

Na sala Aventura do Dinheiro, a garotada se diverte com a vitrine que mostra os diferentes materiais usados como moeda de troca, do sal ao café. A caixa de surpresas, que guarda o '‘segredo’' das cédulas, só não faz mais sucesso que a coleção de cofres de porquinhos. Mas o bacana mesmo é que, para fazer essa viagem mágica pela história do dinheiro, a gente nem precisa botar a mão no bolso.

Centro Cultural Banco do Brasil

Produção de Arte

www.youtube.com/watch?v=Iqi9UF-H-IA